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Primeiras impressões: Dafra Roadwin 250R

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Primeiras impressões: Dafra Roadwin 250R

Mensagem por Martins em Qui Abr 18, 2013 4:44 pm

O segmento de motos "esportivas de entrada” ganhou mais uma integrante.
Já vendida nas concessionárias Dafra desde janeiro, a Roadwin 250R foi
apresentada oficialmente na última quarta-feira (Cool, tendo como principal
apelo o preço, cerca de 20% inferior ao das rivais Kawasaki Ninja 250R e Kasinski Comet GT 250 R.



O modelo da Dafra é R$ 2.500 mais barato que o da Kasinski, que custa R$ 14.990, e R$ 3.050
mais em conta que a Kawasaki, vendida por R$ 15.540. Em contrapartida, as rivais trazem motores
bicilíndricos com potência superior (33 cavalos na Ninja e 32 cv na Comet) em relação ao monocilíndrico
de 24 cv da Dafra.
Mesmo assim, a marca aposta alto na novidade: espera obter 30% de participação nesse mercado, que,
segundo a empresa, deve atingir 1 mil unidades vendidas mensalmente. Em janeiro, a Kawasaki vendeu
324 Ninja e a Kasinski comercializou 304 exemplares da Comet. A Dafra ainda não tem os dados referentes
aos exemplares da Roadwin vendidos no mês passado.



Esportiva para iniciantes
O G1 experimentou o lançamento da Dafra em um circuito fechado em Indaiatuba, cidade do interior
paulista a 79 km da capital. Importada da Coreia e montada no Brasil por meio do processo conhecido
como CKD (Completely Knocked-Down, ou desmontada completamente), a Roadwin é resultado de um
acordo entre a coreana Daelim, também parceira da Hyundai, e a Dafra.
Há algumas diferenças em relação ao modelo vendido em outros países (alguns do exigente mercado
europeu, como Espanha e Portugal). A parte traseira foi totalmente modificada. De acordo com a engenharia
da marca, a ideia era oferecer um visual mais agressivo. Componentes como freios e suspensão, além da
injeção eletrônica, também foram adaptados. Peças como piscas, rolamentos, pneus, pastilhas de freio, corrente,
coroa e pinhão são compradas de fornecedores brasileiros.



Logo ao assumir o comando da motocicleta já é possível perceber que, apesar do apelo esportivo,
a Roadwin tem uma posição de pilotagem cômoda. “A moto é esportiva, mas é voltada ao conforto”,
explica Creso Franco, presidente da Dafra. É possível pilotar tranquilamente sem inclinar a coluna ou
flexionar demais as pernas, como acontece nas esportivas de maior cilindrada.
saiba mais

Durante o trajeto foi possível perceber que o motor de 24 cv de potência a 9.000 rpm e 1,9 kgfm
de torque a 7.000 rpm responde bem aos comandos e retoma com competência em subidas, mas
não traz a “pegada” esportiva encontrada, por exemplo, no bicilíndrico da Ninja 250R. O ronco é
discreto, mas diferenciado (mais grave) em relação a modelos de 250 cm³ sem apelo esportivo.
Como acontece nas rivais, é muito visual para pouca potência.

Pedaleiras raspando
Como a avaliação foi realizada em um autódromo, um dos objetivos era andar rápido para verificar
o comportamento da Roadwin em frenagens e contornos de curva.

No primeiro quesito, poucas ressalvas. Os freios são condizentes com a proposta do lançamento e
têm bom "tato", ou seja, são progressivos e não assustam, atuando de uma hora para outra.
A suspensão tem bom acerto para pisos de boa qualidade e transmite confiança. Só faltou o
acesso a uma superfície irregular para avaliar como ela se sairia em estradas e ruas mal conservadas.
Ainda assim, a impressão é de que o modelo cumpriria bem a tarefa.

O ponto negativo em uma condução esportiva são as pedaleiras e o cavalete central da Roadwin,
que raspam com facilidade quando se inclina bastante nas curvas. É preciso ficar atento para não
se assustar (as pedaleiras são feitas para isso e têm raspadores na parte inferior) e, em casos
mais extremos, até mesmo sofrer um acidente.
Para quem vai de passageiro, o banco com tecido de maior aderência ajuda a evitar deslocamentos
em frenagens e acelerações, mas o espaço é pequeno e desconfortável.
Bom acabamento
As cores escolhidas pela Dafra para a Roadwin são típicas de esportivas: branca e vermelha.
Em ambas, o adesivo que contorna a roda vem de série – esse item é outro "herdado" das esportivas de maior cilindrada.



Uma boa olhada nos detalhes revela como a montagem é bem feita. Não há ressalvas em relação
a itens como encaixes de carenagens, farol, lanterna e manetes. No entanto, o painel de instrumentos
e os comandos de faróis e ignição são simples demais. A mesa segue a mesma linha. Falta algum tipo
de “graça” para ajudar na hora de impressionar um potencial cliente.
Nos próximos meses, a Roadwin ganhará uma concorrente forte: a Honda CBR 250R, da líder de vendas
Honda, que chegará para a briga das esportivas para iniciantes.



Créditos: Auto Esporte
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Martins
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